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Com a apresentação da Orquestra Rio Camerata, o Museu Histórico Nacional
passa a integrar no dia 30 de agosto, às 12:30 hs, a programação da
bem-sucedida série de concertos "Música no Museu", contando com o apoio da
Associação dos Amigos do MHN
Composta por 22 músicos, a Orquestra Rio Camerata, fundada em 1986 pelo
Maestro Israel Menezes, tem participado ativamente do cenário musical
carioca, com apresentações na Sala Cecília Meirelles, Teatro da Aliança
Francesa, MNBA, FINEP, Casa de Rui Barbosa, MEC, Paço Imperial, IBAM,
Centro Cultural Light, Golden Room do Copacabana Palace, Teatro Carlos
Gomes, entre muitos outros, além de escolas e praças públicas.
Em seus concertos utiliza como solistas tanto músicos convidados, quanto
componentes da própria orquestra, visando valorizar e prestigiar seus
componentes. Em maio de 1998 foi reconhecida como sendo de utilidade
pública pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.
O Projeto "Música no Museu" nasceu, no Rio de Janeiro, com a adesão de dois
museus: o Museu Nacional de Belas Artes, em dezembro de 1997 e do Museu da
República, um ano depois. Em março de 2002, passaram a integrar a série os
Museus Castro Maya e o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, que hoje sediam
concertos mensais. Desde sua estréia, já levou cerca de 22 mil pessoas aos
143 concertos realizados até dezembro de 2001.
"Música no Museu" é sucesso, também, de mídia, com mais de 600 citações nos
jornais e revistas do Rio, além de rádios e tvs, ganhando ampla cobertura
das mídias impressa e eletrônica.
A proposta dos criadores da série é integrar a música de boa qualidade às
artes plásticas e demais manifestações culturais, numa versão adaptada às
condições brasileiras do que acontece nos mais importantes museus do mundo
- Louvre, Metropolitan, Guggenheim, MoMA, entre outros - que reservam
amplos espaços à música clássica e outras expressões artísticas em suas
programações. A série também vem se destacando ao convidar turmas de
escolas e universidades para cada concerto, com o objetivo de formar novas
platéias e renovar o público da música clássica. Dentro desta filosofia,
pelo menos 60 alunos de escolas ou universidades assistem, semanalmente, a
concertos.
"Música no Museu" mantém sua hegemonia como a única série de música
clássica com mais concertos semanais, reforçada agora com a entrada do
Museu Histórico Nacional, firmando, assim, sua posição de pioneirismo e
excelência na divulgação da música de qualidade, não somente no Rio de
Janeiro, como também em São Paulo, onde a série mantém concertos dominicais
no Museu da Casa Brasileira e em Belo Horizonte, onde realiza eventos
mensais no Museu Histórico Abílio Fernandes, sempre com a platéia lotada e
grande apoio da imprensa local. A próxima cidade a receber o projeto será
Brasília, onde a série, em breve, será realizada no Memorial JK.
No programa do Museu Histórico Nacional:
William Boyce (1711-1799):
Ode for His Majesty's Birthday, 1771
Allegro
Andante Dolce
Spirituoso
Francesco Geminiani (1674-1762):
Concerto Grosso op. 3 nº 2
Largo e Staccato
Adágio
Allegro
Claude Debussy (1862-1918):
Danças Sacras e Profanas para
Harpa e Orquestra
Danse Sacrée
Danse Profane (solista: Maria Célia Machado)
Johann Strauss (1804-1849):
Seleção de Valsas (arr. Seredy-Tocaben)
REGENTE : Israel Menezes
Primeiros violinos, Segundos violinos, Violas e Violoncelos:
Aizik Geller, Abrahão Rumchinsky, Benedito Sorrentino, Denise Emmer, Claus
Collatz (concertino), Alessandra Dias, Paulo Auera, Roberto Strutt,
Cremilda Marques (spalla), Ary Goldfarb, Richard Ehrnleitner, Luciano
Rocha, Isac Kogut, Georgina Valentim, Nahman Armony, Iva Rossi.
Oboé e Trompas:
Ruth Kohler, Jacob Fuks, Harols Emert, Alexandre Deodato, Sônia Katz,
Maria Theresa Rosa, Nelson Neto, Jayme Milanesi.
Clarinetas e Contrabaixo:
Pedro Chvidchenko
Trompete:
Raul Penafirme Jr.
Flautas:
Luiz Alvarenga, Neal Feldtein e Antonio Mussi
Harpa:
Marcos Raposo
Percussão e Cravo:
Vanja Ferreira, Roosevelt F. Rosa e André Santos
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